"A essência de toda a vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude com os outros." (Dalai Lama)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Sorriso
Gostaria de agradecer de coração ao Nelson Aharon por ter criado o poema “Sorriso” para mim, literalmente inspirado em meu SORRISO. Não sei de qual forma agradeço ao Aharon, mas já sei que é uma pessoa muito especial. Vale a pena conhecê-lo.
Abstratos Insólitos: http://abstratosdenelsonaharon.blogspot.com/
sábado, 11 de setembro de 2010
Empecilhos da vida
domingo, 29 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Reflexos de alegria
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Passos da alma
Depois de tudo o que aconteceu, ele chegou ao ódio. Quem sabe uma singela raiva, um sentimento bom ou uma eterna paixão?
Coisas que realmente não dá para escrever e muito menos descrever. Apenas sentir.
E olha só quem ele sempre foi: Uma pessoa frágil, porém forte; atencioso, porém sobre testes; amigo, porém companheiro; feliz, porém alegre; inteligente, porém sábio; palhaço, porém divertido; carinhoso, porém feroz; equilibrado, porém ágil e humano, porém sonhador.
Tudo ficará guarnecido dentro de uma caixinha de lembranças. Todos os momentos. Sejam eles bons ou ruins.
E que todo esse ciclo, despertou a atenção daquele jovem aprendiz.
É como se ele tivesse recomeçado, mais com 500 degraus já vencido. Abrindo cada vez a mente, mais afundo, entendendo realmente que o vento do destino tinha começado a fazer a sua parte.
Sempre com o sopro firme, mas se dispondo na corda bamba sem levar um tombo. Quando encontra uma balsa livre outro obstáculo é superado. Como se fosse uma forma de crescer a cada etapa 50 degraus, sem mesmo poder ter tempo para respirar e voltar a tempos perdidos.
Entretanto, na sonoridade suave das canções ele buscou se inspirar nas pessoas e em suas próprias personalidades. É inacreditável. Como se ele exatamente soubesse a próxima peça do quebra-cabeça. E em uma única trilha sonora ele pode descobrir todo o avenço de segredo entre ti. Sentimentos escondidos, mas traduzidos em palavras a procura sempre de emoções.
Mesmo assim, ele sorriu, ao saber que é o único a ter a peça chave do quebra-cabeça.
Bruno Coelho
“Na minha empresa é permitido tropeçar e cair. Desde que seja para frente” (Tom Kelley)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Janelas de papel
Hoje, abro a janela, suspiro levemente, fecho lentamente os meus olhos vendo a manhã que se apresenta de uma forma ostentosa.
Na vida ativa do dia, me sento à mesa, tomo o meu café com grande destreza e sigo novamente o ritmo do dia. De repente paro, penso, analiso e começo a regozijar todos os meus afazeres com uma grande dinamicidade, tomando o maior cuidado para que o estresse não venha à tona.
Repentinamente lembro-me das suas três palavras que tinha me dito e volto novamente a meus compromissos.
Estava um dia frio, eu na correria do dia, já era à noite e por incrível que pareça precisava chegar à faculdade com uns 30 minutos com antecedência. No trajeto havia percebido que algo estava literalmente diferente. Era uma sensação boa, minha auto estima estava ótima e tinha até resolvido escutar uma música para relaxar até chegar à universidade.
Como nunca tive o costume de olhar para trás, ainda mais para observar as pessoas. E eu, preocupado em chegar ao meu destino, quase perdi a surpresa que o dia tinha reservado para mim. Eu tinha passado exatamente do seu lado, rapidamente, mas não tinha lhe visto, nem notado e se quer olhado para as pessoas que estavam ao meu redor. Olhei para o relógio onde marcava 20h07min, no dia 31/05, e realmente tive que olhar para trás.
Parecia algo marcado, cena de cinema e coisas do destino. Fiquei cabisbaixo ao encontrar a pessoa que tinha me dito as três palavras que lembro até hoje. Cumprimentou-me, sorriu, e acabei ficando parado cerca de quatro segundos e voltei novamente não acreditando que tinha lhe encontrado. Pensei em silêncio, há quanto tempo que não te vejo?. Nem sei como pode ter se lembrado de mim, se nem eu que tinha passado do seu lado tinha o reconhecido. Observei-lhe com muita atenção naquele instante e pude presenciar uma grande diferença
Conversei bem rápido, em cerca de um minuto e meio, e me despedir. Continuei seguindo o meu trajeto em direção a faculdade, mega surpreso. Não agüentei, tive que disfarçar e olhar novamente para trás. Fiquei impressionado. Eu que quase não o lembrava mais, tinha passado até por perto sem reconhecê-lo, fiquei admirado com suma maneira e com minha reação. E o mais engraçado é que a pessoa saiu andando sorrindo.
E eu, aqui na madrugada, tentando descrever o momento, rindo de mim mesmo e refletindo sobre o ocorrido. E realmente paro e me digo – Como as coisas que mais espero têm acontecido com a correria do dia? Preciso tomar mais cuidado para as coisas não passarem despercebidas por mim.
Fiquei focado em uma coisa, que até tinha me esquecido do básico. Certa hora uma bêbada marca o meu dia cantando uma das minhas músicas preferidas, mais que um poema e muito mais que uma simples canção. Como ela descobriu é que eu não sei! No outro um reencontro do nada, e quando eu achei que as novidades tinham acabado me vem uma das melhores. Descobri que o meu desejo feito para uma pessoa foi realizado. Tudo aconteceu como eu imaginava.
Agora, cansado e admirado com esse dia cheio de novidades, fico aguardando a próxima surpresa que vida fez questão de preparar para mim.
Bruno Coelho
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Alto fio de esperança
Já era tarde e como hábito de sempre aquele homem ía e voltava todos os dias observando os altos das montanhas e vendo tudo o que estava atrás dela. Sentiu suavemente o que estava preste a acontecer. Ele também tinha notado que tudo o que ele queria estava tão próximo de chegar. Afinal ele já sabia, e com a novidade não tinha ficado nenhum pouco surpreso.
Com um sorriso no rosto ele acabou fechando os seus olhos e viu novamente tudo, o local a onde aquele grande homem iria estar; às pessoas que iriam lhe ajudar; as pessoas especiais que não conseguiriam chegar a onde ele tinha chegado mais ele teria que ajudar de alguma forma e a mulher que teria um projeto para lhe perplexar. Mas mesmo assim ele sorriu, sabendo que isso jamais iria dar certo.
Ele também tinha sentido que algumas coisas no presente haviam mudado já uns quatro meses desde a sua ultima viagem. Com o seu próprio brio, o que ele queria ter feito há tempos teria conseguido apenas agora. Só que ele queria resolver o que não foi esquematizado por ele próprio e sim por outras pessoas da maneira um pouco mais difícil e com um golpe tão baixo, mais formal. Perfeitamente ele entendeu o que queriam contar para aquele magnífico homem, que seria uma breve tempestade que sensibilizaria ele muito.
E mais uma vez aquele homem olhou para as montanhas e sorriu, pois ele estava vivendo as experiências da vida que ele mesmo já queria fazia um bom tempo e se sentia cada vez mais forte e tão próximo de chegar a onde ele sempre almejava há anos. Agora a cada dia que passa ele já sabia o que de novo iria aprender no dia seguinte e o que ele poderia partilhar.
Afinal ninguém estava a sua dimensão momentânea e ele olhava fixamente da janela e via todo o cenário de forma diferente. E então pode presenciar a sua ultima lágrima que iria rolar.
Bruno Coelho
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Pétalas Dourada
Foi tão simplório descobrir e sentir aquele frenesi naquele momento agradável que nunca esquecerei. Lembro até hoje como tudo começou, e até onde tudo foi parar. Eu tenho certeza que esse dia também marcou a sua vida. Foi você mesmo quem tinha me dito.
Bucólico, coeso, duvidoso e inteligente me olhava com um ar ávido, não acreditando que eu poderia ter lhe encontrado naquele instante. E naquele exato momento, fomos surpreendidos um pelo outro.
A pessoa no dia seguinte parecia como sortuda, me mandava e-mails ciosos e também me ligava várias vezes com uma moção apaixonante. Parecia que ninguém nunca tinha marcado a sua vida naquele minuto.
Alegre e perspicaz tinha me dito, que o meu beijo era como uma pétala doce. Quem a provaria, nunca mais esqueceria. Murmurou bem baixinho em meu ouvido. Até hoje, me lembro desse dia e fico parado ao tempo pensando o quanto de emoção, paixão e amor provoquei nessa pessoa.
Com uma grande alvitre, fiquei com a sua saudade gostosa. E toda vez que essa pessoa me liga ou conversa comigo, percebo que ainda chamo a sua atenção. E para dar continuidade aquela ocasião âmago, sempre entra em detalhe daquela noite aonde poderíamos parar o mundo naquele exato momento. Nós dois combinávamos em diferentes aspectos. Tínhamos determinados pensamentos iguais e sempre um motivava o outro.
Hoje olho para o céu, vejo as estrelas, escolho a que mais me ilumina e faço um pedido, como um grande presente para retribuir tudo o que essa pessoa conseguiu me transmitir através da afetividade.
Essa verdadeira pétala tocou-me e até hoje é um grande amigo e condiscípulo de profissão. Conseguiu realizar o seu sonho e hoje trabalha no exterior em prol da minha emissora favorita.
Mal sabe essa pessoa que quem marcou a sua vida não fui eu; e sim, essa pessoa quem marcou a minha vida.
E sem saber qual foi o meu pedido, deferiu lhe de modos simbólicos, me informando que não demorávamos a nos encontrar.
Bruno Coelho


